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Jornal Caderno Jurídico



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Ciro Gomes é processado por injúria eleitoral violenta

A mais nova atitude leviana do candidato foi afirmar que no Sul do país “é muito forte o discurso nazista”. TSE vai apurar o caso

27/9/2018 às 3h21 | Atualizado em 27/9/2018 às 3h38
Reprodução Internet Ciro Gomes é processado por injúria eleitoral violenta Apresentadores do Jornal do Povo Dimas Bueno e Paulo Martins: jornalismo do jeito certo

Ciro Gomes fala demais e sem pensar. E quando pensa pratica o tagarelar. A mais nova atitude leviana do candidato a presidente foi sábado, 22, em João Câmara, no Rio Grande do Norte. Ao voltar a atacar o líder nas pesquisas Jair Bolsonaro, Ciro afirmou que no Sul do país “é muito forte o discurso nazista”. A frase desbocada causou revolta nas redes sociais. E nesta terça-feira, 25, o jornalista Paulo Martins, candidato a deputado federal pelo Paraná, acionou Ciro na Justiça. Paulo Martins recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Ciro poderá responder por injúria eleitoral violenta. Entre os crimes destacam-se os contra a honra, a saber calúnia, difamação e injúria, previstos respectivamente nos artigos 324, 325 e 326 do Código Eleitoral. Analisará o caso o ministro Jorge Mussi.

 

Ciro leva “puxão de orelha” de juiz

E na segunda-feira, 24, Ciro Gomes perdeu mais uma ação após tentar censurar o mesmo jornalista, conforme divulgado pelo site República de Curitiba (republicadecuritiba.net). Ciro tentou censurar Paulo Martins e deu errado. Ciro entrou no TSE para que fosse retirado das redes sociais do jornalista um vídeo em que ele (Ciro) confessa a Caetano Veloso que tem planos de implementar um nefasto socialismo no Brasil.

Na decisão, o juiz Luis Felipe Salomão não só indeferiu o pedido bizarro de censura de Ciro como deu uma aula ao candidato sobre o que é liberdade de expressão:

“A liberdade de expressão no campo político-eleitoral abrange não só manifestações, opiniões e ideias majoritárias, socialmente aceitas, elogiosas, concordantes ou neutras, mas também aquelas minoritárias, contrárias às crenças estabelecidas, discordantes, críticas e incômodas.”

 

Jornal do Povo

Pela internet, de segunda a sexta, das 8h30 às 9h30, Paulo Martins e o advogado Dimas Bueno apresentam o Jornal do Povo. Um jeito diferente, ou melhor, o jeito certo e direito de comentar notícias em geral, especialmente no campo da política. A poucos meses no ar o JP já ganhou várias centenas de “sócios” telespectadores. A equipe do programa contava com outro membro na bancada. Ogier Buchi, jornalista e advogado que se afastou temporariamente, porque é candidato a governador do Paraná.

Paulo Martins – atualmente um dos grandes nomes da direita – se tornou conhecido através do SBT, onde, há quase dez anos, fazia parte da melhor bancada de jornalistas que já existiu nas emissoras de TV aberta no Paraná: o Jornal da Massa, que ia ao ar às 7 horas, de segunda a sexta e era líder em audiência no Estado. Dimas Bueno apresentava o programa Conexão, do Instituto Democracia e Liberdade, de Curitiba. Entre as lideranças em destaque, Dimas já conversou com o jurista René Ariel Dotti.

O Brasil precisa mudar. E vai mudar. Os comentários de Paulo Martins e Dimas Bueno fazem a população pensar no outro lado da notícia: o lado direito; o lado certo. Para acompanhar basta digitar Jornal do Povo no youtube. “É só sentar o dedo e compartilhar”, afirmam Paulo e Dimas.

 

Anderson Spagnollo
Da Redação
contato@cadernojuridico.com.br

Com Informações republicadecuritiba.net

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